segunda-feira, 19 de março de 2012

Sunday Melody

Ao som de uma melodia, monótona e deprimente, em pleno inverno, à tua espera à minha simples moradia, quem sabe tú virás ou deixaria-me à espera. Não me importo de esperar você aqui fora. Agurado de braços abertos.
A melodia continua, deprimente do mesmo modo e a cada vez mais alta, ou seria mesmo impressão minha que deixara se levar pelo desespero , somados à minha tensão.
Já eram 23:22 e você ainda não chegara, hesitei, seria de medo ao temer o meu abandono. Abandono ? De mim, uma pessoa que já não tem nada, ainda mais agora. Fui deixado no chão, sangrando, aos meus sentimentos. Poderia parecer um assasinato ,pois fui deixado estirado pelo chão da minha humilde sala de jantar, sem coração. Mas simplesmente foi um choque ao meu pré-suposto despreso, que havia se sobresuposto à uma overdose de pensamentos acelerados, que a um simples erro , fui submetido à mais uma tramóia do tempo, de achar que fui recusado, pelo tempo e pelo meu amor. Esperei como se não houvesse amanhã, ou como se houvesse , pois passei a noite em claro, mirando pontos fixos , da janela para lareira , ou para o interfone e vice-versa... E ao tocar meu despertados das 5:00 , cá estava eu, sentado na minha velha poltrona de couro , ainda aguardando tua vinda. Conforme A melodia terminava, ao amanhanhecer , com um encerramento repentino , juntamente ao termino das batidas de meu coração.

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